Siemens é a 1ª licenciada para operar 5G privativo industrial no Brasil

A chegada do 5G Privativo à fábrica de Jundiaí coloca a Siemens como referência na implementação da tecnologia em seus processos

Por: Redação CIMM e Imprensa Siemens 14/11/2022  

Importante elemento na consolidação da Indústria 4.0, a quinta geração de redes móveis (5G) tem gerado expectativa bastante grande na indústria. O uso das frequências 5G para redes privativas - aquelas que as próprias empresas podem operar - é uma promessa animadora, embora ainda uma realidade embrionária no país.

Neste cenário, a Siemens sai na frente como a primeira empresa brasileira a conseguir licença definitiva para manejar o 5G Privativo Industrial. Assim que a faixa de frequência entre 3.7 e 3.8 GHz foi aprovada, a Siemens solicitou a licença à Anatel e foi a primeira indústria a obter a permissão. A chegada do 5G à fábrica de Jundiaí coloca a Siemens como referência na implementação da tecnologia em seus próprios processos e a previsão de operação é para o final do primeiro semestre de 2023. 

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“O 5G tem um potencial enorme de transformar indústrias e infraestruturas críticas para melhorar a vida das pessoas e reconfigurar operações industriais. Uma das principais diferenças entre o 5G e as gerações anteriores de redes celulares está em seu foco na comunicação máquina-máquina e na Internet Industrial das Coisas (IIoT) que, em um cenário de aumento de demanda, torna o 5G peça fundamental desse quebra-cabeça tecnológico, suportando comunicação com confiabilidade sem precedentes e latências muito baixas”, diz Pablo Fava, CEO da Siemens Brasil.  

Uso do 5G na indústria

A aplicação do 5G na indústria em geral, incluindo mineração, óleo e gás, manufatura, infraestrutura e agronegócio, cria empregos na economia digital, permitindo que dados sejam coletados em tempo real para aplicações de Inteligência Artificial, especialmente para a aplicação do Aprendizado de Máquina (Machine Learning).


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Em relação à segurança Cibernética, as redes 5G Privativas, por estarem isoladas das redes públicas de celular, são bem menos vulneráveis a ataques de hackers e roubo de informação. A conectividade do “chão de fábrica” necessita de proteção contra o roubo de informações (dados da produção, por exemplo) e também proteção contra os ataques maliciosos.

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